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Prevalência de defeitos do tubo neural em 20 regiões da Europa e do impacto do diagnóstico pré-natal, 1980-1986



Estudo objetivo:
Os objectivos eram: (1) para determinar se, na Europa, 1980-1986, diferenças geográficas na prevalência total de defeitos do tubo neural persistir, (2) para examinar a estabilidade da taxa de prevalência total de ao longo do tempo, (3) para avaliar o impacto de pré-natal diagnóstico em termos de freqüência e tempo de interrupção da gravidez.
PROJETO:
As taxas de prevalência de defeitos do tubo neural foram determinados a partir de dados de registro de casos em 20 EUROCAT registros regionais de anomalias congênitas, 1980-1986. O teste de qui 2 em termos de homogeneidade, em proporções foi utilizado para testar se as diferenças nas taxas de prevalência totais foram significativas entre as regiões ou ao longo do tempo.
LOCAL:
Populações geograficamente definidas foram utilizados na República da Irlanda, Reino Unido, Bélgica, Holanda, Luxemburgo, Dinamarca, França, Itália, Jugoslávia, e Malta.
PACIENTES:
Os pacientes foram 3.113 casos de anencefalia, espinha bífida, encefalocele e iniencephaly. Total de casos (nascidos vivos, natimortos e abortos induzidos após o diagnóstico pré-natal) foram registradas em 14 regiões. Abortamentos induzidos foram excluídos do registro em seis regiões.
MEDIDAS E RESULTADOS PRINCIPAIS:
Taxas de prevalência total (incluindo nascidos vivos, natimortos e abortos induzidos) foram de 24 a 38 por 10.000 em seis zonas da Irlanda e do Reino Unido. Taxa média de prevalência total em oito áreas da Europa continental foi de 11,5 por 10.000. Houve um declínio secular da prevalência total em Dublin (República da Irlanda) e Irlanda do Norte (Reino Unido) e uma flutuação em Glasgow, Liverpool, e South Glamorgan (Reino Unido). A prevalência total na Europa continental era estável ao longo do tempo. Não houve variação significativa geográfica ou secular na espinha bífida relação à anencefalia (1,3). A proporção de encefalocele a outros defeitos do tubo neural foi menor nas Ilhas Britânicas (0,09) do que na Europa continental (0,18). O impacto do diagnóstico pré-natal e interrupção da gravidez está a aumentar ao longo do tempo. Terminações foram realizadas 1984-1986 em pelo menos 80% do total de casos de anencefalia em 6/11 centros registo aborto induzido, e em pelo menos 40% do total de casos de espinha bífida em quatro centros. Soro triagem alfafetoproteína em centros britânicos foi associado com o diagnóstico pré-natal antes de espinha bífida de triagem de ultra-som em outros centros.
CONCLUSÕES:
Variação geográfica e temporal na prevalência total de defeitos do tubo neural persiste na Europa 1980-86, independente da prática de diagnóstico pré-natal. Há considerável variação regional no impacto do diagnóstico pré-natal em termos de freqüência e tempo de diagnóstico e interrupção da gravidez ligada a diferentes políticas e práticas de rastreio pré-natal.

Fonte: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed?term=%22Prevalence%20of%20neural%20tube%20defects%20in%2020%20regions%20of%20Europe%20and%20the%20impact%20of%20prenatal%20diagnosis%2C%201980-1986.%20EUROCAT%20Working%20Group.%22

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  • Texto Original



    STUDY OBJECTIVE:
    The aims were (1) to determine whether in Europe, 1980-86, geographical differences in total prevalence of neural tube defects persist; (2) to examine the stability of total prevalence rates over time; (3) to evaluate the impact of prenatal diagnosis in terms of frequency and timing of termination of pregnancy.
    DESIGN:
    Prevalence rates of neural tube defects were determined from case registration data in 20 EUROCAT regional registers of congenital anomalies, 1980-86. The chi 2 test for homogeneity in proportions was used to test whether differences in total prevalence rates were significant between regions or over time.
    SETTING:
    Geographically defined populations were used in the Republic of Ireland, United Kingdom, Belgium, The Netherlands, Luxemburg, Denmark, France, Italy, Yugoslavia, and Malta.
    PATIENTS:
    The patients were 3113 cases of anencephaly, spina bifida, encephalocele, and iniencephaly. Total cases (livebirths, stillbirths and induced abortions following prenatal diagnosis) were registered in 14 regions. Induced abortions were excluded from registration in six regions.
    MEASUREMENTS AND MAIN RESULTS:
    Total prevalence rates (including livebirths, stillbirths and induced abortions) were 24 to 38 per 10,000 in six areas of Ireland and United Kingdom. Average total prevalence rate in eight continental European areas was 11.5 per 10,000. There was a secular decline in total prevalence in Dublin (Republic of Ireland) and Northern Ireland (United Kingdom) and a fluctuation in Glasgow, Liverpool, and South Glamorgan (United Kingdom). Total prevalence in continental Europe was stable over time. There was no significant geographical or secular variation in the spina bifida to anencephaly ratio (1.3). The ratio of encephalocele to other neural tube defects was lower in the British Isles (0.09) than in continental Europe (0.18). The impact of prenatal diagnosis and termination of pregnancy is increasing over time. Terminations were performed 1984-86 in at least 80% of total cases of anencephaly in 6/11 centres registering induced abortions, and in at least 40% of total cases of spina bifida in four centres. Serum alpha fetoprotein screening in British centres was associated with earlier prenatal diagnosis of spina bifida than ultrasound screening in other centres.
    CONCLUSIONS:
    Geographical and secular variation in total prevalence of neural tube defects persists in Europe 1980-86, independent of the practice of prenatal diagnosis. There is considerable regional variation in the impact of prenatal diagnosis in terms of frequency and timing of diagnosis and pregnancy termination linked to different policies and practices of prenatal screening.


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