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Rastreamento de primeiro trimestre para restrição do crescimento intra-uterino e de início precoce de pré-eclâmpsia.



OBJETIVO:
Para avaliar primeiro trimestre fator de crescimento placentário (PlGF) e gestação associada à proteína plasmática-A (PAPP-A) como marcadores de triagem para início precoce de pré-eclâmpsia (PE) e intra-uterina restrição do crescimento (CIUR).
MÉTODOS:
Concentração PlGF foi retrospectivamente medido em amostras de soro no primeiro trimestre de 23 casos de início precoce PE (<34 semanas), 26 casos de CIUR (peso ao nascer percentil <5) e 5 controles por caso. Níveis foram ajustados para idade gestacional (IG), etnia e tabagismo para obter múltiplos da mediana esperada (MoM). A regressão logística foi utilizada para avaliar PlGF, características PAPP-A e materna como potenciais preditores de início precoce de PE e RCIU.
RESULTADOS:
Níveis MoM PlGF foram significativamente menores no início da década de início grupo PE (P <0,0001) em comparação com os controles, mas não no grupo CIUR. PAPP-A níveis MoM foram significativamente menores no grupo CIUR (P <0,01) em comparação com os controlos, mas não no grupo de PE de início precoce. PlGF melhorou significativamente a capacidade da pressão arterial sistólica no início do pré prever precoce PE [alcançar um receiver-operating curva característica com a área sob a curva (AUC) de 0,8]. Combinando a pressão arterial sistólica na primeira visita pré-natal e PlGF não melhorou significativamente a capacidade preditiva comparada com PlGF sozinho (AUC = 0,83).
CONCLUSÃO:
Soro PlGF é um marcador aceitável em rastreamento de primeiro trimestre para início precoce PE, mas um marcador pobres no rastreamento de RCIU. Desempenho na seleção de soro PAPP-A é ruim tanto para o início precoce de PE e RCIU.

Fonte: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed?term=First%20trimester%20screening%20for%20intra-uterine%20growth%20restriction%20and%20early-onset%20pre-eclampsia

VEJA TAMBÉM:

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  • Texto Original



    OBJECTIVE:
    To assess first trimester placental growth factor (PlGF) and pregnancy-associated plasma protein-A (PAPP-A) as screening markers for early-onset pre-eclampsia (PE) and intra-uterine growth restriction (IUGR).
    METHODS:
    PlGF concentration was retrospectively measured in first trimester serum specimens of 23 cases of early-onset PE (<34 weeks), 26 cases of IUGR (birth weight < 5th centile) and 5 controls per case. Levels were adjusted for gestational age (GA), ethnicity and smoking to obtain multiples of the expected median (MoM). Logistic regression was used to assess PlGF, PAPP-A and maternal characteristics as potential predictors of early-onset PE and IUGR.
    RESULTS:
    PlGF MoM levels were significantly lower in the early-onset PE group (P < 0.0001) compared with controls, but not in the IUGR group. PAPP-A MoM levels were significantly lower in the IUGR group (P < 0.01) compared with controls but not in the early-onset PE group. PlGF significantly improved the ability of systolic blood pressure at the first prenatal visit to predict early-onset PE [achieving a receiver-operating characteristics curve with area under the curve (AUC) of 0.8]. Combining systolic blood pressure at the first prenatal visit and PlGF did not significantly improve the predictive ability compared with PlGF alone (AUC = 0.83).
    CONCLUSION:
    Serum PlGF is an acceptable marker in first trimester screening for early-onset PE, but a poor marker in screening for IUGR. Screening performance of serum PAPP-A is poor for both early-onset PE and IUGR.


    VEJA TAMBÉM:

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